Sabe como escrever o artigo ideal para o seu website?

16 maio 2013
Publicado em Marketing

Escrever um artigo para um website não é o mesmo que escrever para um jornal ou revista!

Deixamos-lhe aqui algumas dicas para escrever de modo mais eficaz para a Internet e ajudamo-lo a melhorar a sua capacidade para fazer chegar uma mensagem ao seu público-alvo.

Sabe como escrever o artigo ideal para o seu website?

Dicas para maximizar a compreensão da sua mensagem

Quem tem um website e já teve de escrever um artigo para o atualizar certamente sentiu dificuldades no momento de escolher a linguagem e estrutura adequadas, de modo a maximizar o impacto que o mesmo terá no público-alvo.

Uma das características que diferencia a Internet das publicações escritas é a democratização do acesso.

É sabido que uma publicação escrita tem o seu público-alvo bem definido e que todo o conteúdo da publicação (jornal, revista ou outros) é produzido em função desses leitores.

Até agora nada de novo, certo?

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Na Internet, os públicos diversificam-se pelo fácil acesso e poderemos ter um conjunto de leitores que não consideramos o nosso público-alvo mas que acedeu ao website e consumiu a nossa mensagem.

Neste contexto deve ter em mente um cuidado acrescido ao escrever para a Internet.

Direcione na mesma o seu conteúdo ao público-alvo de excelência da sua publicação mas tendo em conta que outros o vão ler, não deve hostilizar essa audiência suplementar com conteúdo capaz de ferir suscetibilidades.

Se a sua mensagem contém posições muito marcadas sobre determinados temas, faça-o em áreas reservadas para públicos subscritores, ou seja, apenas para o público-alvo que são os seus consumidores primários.

Que linguagem usar?

A linguagem a utilizar num artigo para a Internet deve passar a mensagem de modo simples, claro, conciso e acessível, com recurso a vocabulário corrente e estruturado em frases curtas.

Deve recorrer prioritariamente ao nome e ao verbo, evitando sobretudo os adjetivos valorativos, isto é:

  • “Alguém fez alguma coisa.”, e não…
  • “Alguém fantástico fez alguma coisa maravilhosamente interessante”.

Repare, a mensagem é a mesma! Qual a diferença então?

  • Na primeira frase relatámos um facto em 4 palavras.
  • Na segunda colorimos a mensagem, dando uma posição pessoal, com recurso a 7 palavras… muitas pessoas não vão gostar disto…

Como fazer?

Seja simples, direto e pragmático. Diga o que tem para dizer e diga-o com brevidade.

Mencione o conteúdo principal do artigo na introdução (lead), para captar a atenção do leitor e para que este continue a ler.

Caso contrário, não passará das primeiras linhas e mudará de artigo.

Se a mensagem que tem para transmitir não for interessante, não é o facto de lhe adicionar vários adjetivos que a vai tornar interessante.

Antes pelo contrário, pode torná-la aborrecida… “tanto texto para tão pouco conteúdo!” 

Aqui fica uma sugestão da estrutura a adotar:

Antetitulo - Introduz o artigo contextualizando o que se vai apresentar. Serve para criar expectativa e suscitar o interesse.

Titulo
- Deve ser curto e preciso, levando o leitor a perceber de que se trata o artigo.

Subtítulo
- Complementa o título. Útil para assuntos complexos.

Lead
- O(s) primeiro(s) parágrafo(s), onde se resume o conteúdo do artigo. É a parte mais importante e o seu objetivo é captar a atenção do leitor e fornecer-lhe as informações fundamentais. Aqui deve ser dada resposta às seguintes perguntas essenciais: Quem?, o quê?, onde? e quando?...

Corpo
- É onde se desenvolve o artigo, dando resposta às perguntas: Como? e porquê? (ou para quê?). As informações são organizadas de modo decrescente de importância, porque nem todas as pessoas vão ler tudo e pretendemos que todos recebam a mensagem mais importante, colocando-a em primeiro lugar.

Imagem 
- Inserir várias imagens relacionadas com o conteúdo e que ajudem a perceber o mesmo. Os artigos com imagens são mais vistos do que outros sem imagens.

 

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Erros a Evitar! 

1. Escrever como se fala

Um dos erros mais comuns que encontro é “escrever como se fala”.

A linguagem falada permite adotar uma estrutura não organizada porque a mesma é normalmente acompanhada de gestos, expressões, entoação, pausas e ritmo, que “envolvem” as palavras, tornando o discurso compreensível.

Escrever exatamente como se fala gera um discurso incoerente e por vezes incompreensível.

Para evitar este erro sugiro que grave o seu discurso e depois o oiça, traduzindo a linguagem falada em linguagem escrita.

Depois de usar esta técnica várias vezes cheguei à conclusão que a mensagem é normalmente melhorada e que se obtém um discurso mais sólido, coerente e com mais potencial de chegar às pessoas.

2. Excesso ou escassez de pontuação

Use a pontuação onde faz falta e não com a intenção de fazer o leitor ler como você fala.

Em linguagem escrita a frase “O excesso de pontuação é um erro que deriva da tentativa de escrever como se fala.” não necessita de pontuação.

Já em linguagem falada, poderia muito bem dizer “O excesso de pontuação, é um erro, que deriva da tentativa, de escrever como se fala.”, estando as virgulas a representar as várias paragens e ritmo do discurso falado.

Use a pontuação com as regras apropriadas do discurso escrito.

  

Plano de Ação!

 

 

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